Flora Brasileira
Dos 850 milhões de hectares do território nacional, aproximadamente 550 milhões de hectares são cobertos por florestas nativas, dos quais 2/3 são formados pela floresta Amazônica. O restante do território é coberto pelo Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica e seus ecossistemas associados.
Nosso país é dividido em 5 regiões. A maior delas, a região Norte, corresponde à Amazônia tradicional, definida com base em critérios fisiográficos; já a Amazônica Legal, definida com base em critérios políticos e de planejamento, abrange uma área de 500 milhões de hectares, o que corresponde a cerca de 60% do território nacional
Em 2000 um levantamento da FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations) atribuía ao Brasil 544 milhões de hectares de florestas nativas e 5 milhões de florestas plantadas, as quais somadas davam ao país 64,5% de cobertura florestal. O restante do território brasileiro encontra-se convertido em outros usos (agricultura, pecuária, áreas urbanas e infra-estrutura.
A superfície florestal brasileira corresponde a 14,5% do total da superfície florestal mundial. Enquanto a média mundial é de 0,6ha de superfície florestal por pessoa, no Brasil este número chega a 3,2ha/pessoa. Porém esta distribuição não é uniformemente distribuída pelo país.
A maior concentração, naturalmente, fica na região norte: 31,7 ha de floresta/habitante. Em seguida vem a região Centro-Oeste: 9ha/habitante. Na sequência vêm a região Nordeste com 1,3ha de floresta/habitante, a região Sul com 0,35ha/habitante e, finalmente, a região Sudeste, com 0,30ha/habitante.
Historicamente as floretas são um obstáculo ao estabelecimento e desenvolvimento das populações humanas. Porém a existência humana depende da manutenção das florestas, o que acaba gerando um grande conflito de natureza filosófica. Quanto maior a concentração de floresta, maior o conflito. Assim a Amazônia é, por excelência, a região na qual essa dependência e este conflito manifestaram-se de forma mais explícita.
Por outro lado, toda a superfície de florestas brasileiras em algum momento sofreu agressão direta em função do desenvolvimento humano. Nossa flora começou a ser afetada ainda no século XVI, com o desmatamento iniciado na costa brasileira. Com o ciclo de mineração, iniciado no final do século XVII, este processo deslocou-se cada vez naus para o interior do país, intensificando-se com o desenvolvimento da pecuária.
Primeiro a região Sudeste, em seguida a região Sul, sofreram intenso processo de desmatamento, afetando, sobretudo as áreas remanescentes de Floresta Tropical.
No Nordeste a necessidade de construção de usinas hidrelétricas afetou bastante a cobertura vegetal. Felizmente, a Caatinga característica da região, tem forte capacidade de regeneração.
A intensidade do desflorestamento naturalmente atingiu as espécies de nossa flora, muitas das quais foram extintas ou entraram em processo de extinção .
Cerrado
O Cerrado ocupa uma área de mais de 2 milhões de km² no território brasileiro com 80% desta área nos estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Distrito Federal, atingindo ainda os estados do Maranhão, Piauí, Bahia, São Paulo e Paraná em menor porção.
Não se trata de uma vegetação uniforme, uma vez que no Cerrado podemos encontrar desde formações campestres até formações florestais, passando gradualmente, ou bruscamente, de uma para outra
Nestas variações de cobertura vegetal temos:
1. Campo Limpo: revestidos maciçamente por gramíneas e outras espécies herbáceas, ocorrendo arbustos de pequeno porte eventualmente. Ocorrem em solos arenosos com lençol subterrâneo de água. Também ocorrem orquídeas.
2. Campo Sujo: vegetação muito aberta, com predomínio de gramíneas e espécies herbáceas entremeadas por arbustos e árvores. Ocorrem em solo raso, com pequenos afloramentos de rochas e em solos de baixa fertilidade.
3. Campo Cerrado: revestido por muitos arbustos de pequeno porte, ocorrendo em solos rasos, cascalhentos, quase sempre ondulados. Raramente ocorrem em solos planos ou com as suaves ondulações das chapadas.
4. Cerrado Propriamente Dito: apresenta normalmente uma paisagem com árvores tortuosas, de cascas grossas e gretadas, interrompidas espaçadamente por uma ou outra árvore de maior porte. Compõem-se normalmente por três estratos: o arbóreo, mais ou menos contínuo, o arbustivo e o subarbustivo. Tem composição florística muito variada.
5. Cerradão: possui maior densidade arbórea, ocorrendo em solos vermelhos e arenosos profundos, com fertilidade variável, sendo composto pelos estratos arbóreo denso, o arbustivo e o herbáceo. A altura de suas árvores varia, normalmente, de 6 a 12 m com copa das árvores tocando-se com bastante espaço entre os troncos e para a penetração regular de l
Outros ecossistemas que também ocorrem no Cerrado são:
1. Mata de Galeria ou Mata Ciliar: junto aos corpos d´água, representam uma quebra na paisagem do Cerrado, já que possuem árvores com até 25 m de altura.
2. Mata Mesófila Estacional: são formações florestais associadas ao ritmo estacional, que se traduz pela queda das folhas de suas espécies dominantes durante a estação seca.
3. Veredas: ocorrem em áreas de nascentes, ou em depressões onde se localizam pequenos córregos. Caracterizam-se por denso estrato herbáceo-graminoso, destacando-se apenas o buriti com espécie arbórea
.
4. Campo Rupestre: predominantemente herbáceo-arbustivas, com rara eventuais presenças de árvores pouco desenvolvidas, ocorre em trechos de afloramentos rochosos. Ocorrem no alto das serras, em altitudes superiores 900m. (Retirado do site www.pontoterra.org.br).
A Flora Pantaneira
A grande extensão territorial e diversidade climática do Brasil explicam a riqueza vegetal que o país possui. As espécies vegetais nativas e exóticas conhecidas representam apenas uma amostra das que provavelmente existem (acredita-se que conhecemos apenas 60 a 80%). Grande parte da cobertura vegetal primitiva já foi e continua sendo devastada, criando riscos de acidentes e desequilíbrios ecológicos.
A flora brasileira está espalhada por diversos habitats, desde florestas de terra firme até os campos com sua vegetação de pequenas plantas e musgos. A maior parte da flora brasileira se encontra na Mata Atlântica e na floresta amazônica, embora o Pantanal mato-grossense também apresente grande variedade vegetal.
Além das plantas nativas, a flora brasileira recebeu exemplares de outras regiões tropicais trazidas pelos portugueses durante o período colonial. Várias dessas espécies restringiram-se as áreas agrícolas como o arroz, a cana-de-açúcar, a banana e as frutas cítricas. Outras se adaptaram bem e se espalharam pelas florestas a tal ponto que são confundidas com espécies nativas. As plantas medicinais são amplamente usadas pela população, embora pouco se conheça cientificamente sobre seu uso. A população indígena também utilizou e ainda utiliza a flora brasileira, porém tal conhecimento tem se perdido com sua aculturação. É possível que muitas espécies de plantas brasileiras tenham uso terapêutico ainda desconhecido. Esse conhecimento entretanto está ameaçado pelo desmatamento e pela expansão das terras agropecuárias.
O Pantanal tem uma flora muito rica que é formada por plantas vindas do Cerrado, da Amazônia (camalote e Vitória régia), do Chaco e dos campos sul americanos, raras são as exclusivas da região. A vegetação é variada principalmente por causa da inundação e do solo. Durante a seca que coincide com o inverno, os campos se tornam amarelados. A vegetação do Pantanal não é homogênea e a flora pode se diferenciar de acordo com a altitude. Nas baías, que são lagoas temporária ou permanentes, encontramos plantas aquáticas submersas ou flutuantes. Nas águas permanentes são comuns os camalotes e o baceiro ou batume, que é uma vegetação flutuante formada pôr ciperáceas e outras plantas aquáticas. Essas plantas são importantes para a sobrevivência da fauna aquática.
Nas cordilheiras, onde as terras não são inundadas, tem a vegetação de cerrado, cerradão ou mata. Nos campos, áreas inundáveis que às vezes são confundidos como resultado do desmatamento, predominam as gramíneas. O Capão é uma mancha de vegetação arbórea, de cerrado, cerradão ou mata que forma ilhas nos campos. No Carandazal, área também inundável, tem o Carandá, uma palmeira do Chaco com folhas em forma de leque, parente da carnaúba do Nordeste e cuja madeira é utilizada para cercas e construções. Nas salinas, lagoas de água salobra, encontramos grande quantidade de algas que dão cor verde a água. O vazante, que é um rio temporário, quando está no período de seca fica coberto de gramíneas, formando áreas de pastagem natural para o gado.
O cerrado tem duas estações bem marcadas, a seca e a chuvosa. O solo é predominantemente arenoso e cobre a maior parte do Pantanal. O aproveitamento dessa região até bem pouco tempo era pequeno, mas hoje isso mudou com o aumento do cultivo de grãos, principalmente da soja no centro-oeste.
O estado geral da conservação da vegetação segundo estudos da Embrapa ainda é bom, com metade em estado natural. Mas existem áreas críticas que já necessitam de conservação ou recuperação como as pastagens cultivadas em terras declivosas, as matas ciliares de córregos e áreas mineradas. Um quarto da terra da região são pastagens cultivadas usadas na pecuária. A agricultura é praticada exclusivamente nos assentamentos com a produção de feijão, arroz, milho, mandioca, frutas e hortaliças. O solo utilizado muitas vezes não é ideal para lavoura, embora quimicamente fértil, porque é raso ou de argila que endurece com a aração. Texto retirado da net (www.corumba.com.br/pantanal).
Lista Oficial de Flora Ameaçada de Extinção
(Bromélia)
Através da Portaria Nº 37-N, de 3 de abril de 1.992, o IBAMA torna pública a Lista Oficial de Espécies da Flora Brasileira Ameaçada de Extinção:
Espécies marcadas com asteriscos (*) estão provavelmente extintas. Estas espécies não foram encontradas na natureza nos últimos 50 anos.
Acanthococos emensis Toledo. PALMAE. (São Paulo, Minas Gerais). Categoria: Rara (R);
Aechmea apocalyptica Reitz. BROMELIACEAE. (Santa Catarina, Paraná, São Paulo). Categoria: Rara (R);
Aechmea blumenavii Reitz. BROMELIACEAE. Nomes populares: “gravatá”, ”monjola”, “bromélia”. (Santa Catarina). Categoria: Rara (R);
Aechmea kleinii Reitz. BROMELIACEAE. Nomes populares: “gravatá”, ”monjola”, “bromélia”. (Santa Catarina). Categoria: Rara (R);
Aechmea pimenti-velosii Reitz. BROMELIACEAE. Nomes populares: “gravatá”, ”monjola”, “bromélia”. (Santa Catarina). Categoria: Rara (R);
Aniba roseodora Ducke. LAURACEAE. Nome popular: “pau-de-rosa” (Amazonas, Pará). Categoria: Em perigo (E);
Araucaria angustifolia (Bertol) O. Kuntese. ARAUCARIACEAE. Nome popular: “pinheiro-do-paraná”. (São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais). Categoria: vulnerável (V);
Aspilia grasielae Santos. COMPOSITAE. (Mato Grosso do Sul). Categoria: Indeterminada (I);
Aspilia paraensis (Huber) Santos. COMPOSITAE. (Pará). Categoria: Rara (R);
Aspilia pohlii Backer. COMPOSITAE. Categoria: Indeterminada (I);
Aspilia procumbens Backer. COMPOSITAE. (Rio Grande do Norte). Categoria: Rara (R);
Astronium fraxinifolium Schott. ANACARDIACEAE. Nome popular: “gonçalo-alves” (Minas Gerais, Goiás, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Mato Grosso, Maranhão, Piauí). Categoria: Vulnerável (V);
Astronium urundeuva (Fr.All.) Engl. ANACARDIACEAE. Nome popular: “aroeira-do-sertão”, “aroeira-legítima”. (Minas Gerais, Goiás, Bahia, Ceará, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Mato Grosso, Maranhão, Piauí) Categoria: Vulnerável (V);
Bauhinia smilacina (Schott) Steudel. LEGUMINOSAE. Nome popular: “cipó-escada-de-macaco”. (Rio de Janeiro, Bahia). Categoria: Vulnerável (V);
Bertholletia excelsa HBK. LECYTHIDACEAE. Nome popular: “castanheira”, “castanheira-do-brasil”. (Amazonas, Pará, Maranhão, Rondônia, Acre). Categoria: Vulnerável (V);
Billbergia alfonsi-joannis Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “poço-de-jacó”, “gravatá”, ”monjola”, “bromélia”. (Espírito Santo, Santa Catarina). Categoria: Em perigo (E);
Bowdickia nitida Spruce ex Benth. LEGUMINOSAE. Nome popular: “sucupira”, ”sucupira-da-mata”, “sucupira-verdadeira”. (Amazonas, Pará, Rondônia). Categoria: Vulmerável (V);
Brosimum glaucum Taubert. MORACEAE. (Minas Gerais). Categoria: Rara (R);
Brosimum glazioui Taubert. MORACEAE. Nome popular: “marmelinho”. (Rio de janeiro, Santa Catarina). Categoria: Rara (R);
Bumelia obtusifolia Roem et Schult. var. excelsa (DC) Mig. SAPOTACEAE. Nome popular: “quixabeira”. (Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia). Categoria: Vulnerável (V);
Caesalpina echinata Lam. LEGUMINOSAE. Nome popular: “pau-Brasil”, “pau-pernambuco”, “ibirapitanga”. (Rio de Janeiro, Bahia, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte) Catagoria: Em perigo (E);
Cariniana ianeirensis Kunth. LECYTHIDACEAE. Nome popular: “jequitibá”. Rio de Janeiro. Categoria: Rara (R);
Cattleya schilleriana Reichback. ORCHIDACEAE. (Espírito Santo) Categoria: Em perigo (E);
Costus cuspidatus (Nees et Martins). Maas. ZINGIBERACEAE. (Bahia, Espírito Santo, Rio de Janeiro). Categoria: Rara (R);
Custus fragilis Maas. ZINGIBERACEAE. (Pará). Categoria: Rara (R);
Costus fusiformis Maas. ZINGIBERACEAE. (Pará). Categoria: Rara (R);
Coupeia schottii Fritsch. CHRYSOBALANACEAE. Nome popular: “oiti-boi”. (Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia). Categoria: Vulnerável (V);
Dalbergia nigra (Vell.) Fr. All. LEGUMINOSAE. Nome popular: “jacarandá-da-bahia”. (Bahia, Espírito Santo). Categoria: Vulnerável (V);
Dicksonia sellowiana (Presl) Hook. DICKSONIACEAE. Nome popular: “samambaiaçu-imperial” (Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul). Categoria: Em perigo (E);
Dicypellium caryophyllatum Nees. LAURACEAE. Nome popular: “cravo-do-maranhão”, “pau-cravo”, “casca-preciosa”. (Pará, Maranhão, Amazonas). Categoria: Vulnerável (V);
Ditassa arianeae Font. et Schw. ASCLEPIADACEAE. (Rio de Janeiro, Espírito Santo). Categoria: Em perigo (E);
Ditassa maricaensis Font. et Schw. ASCLEPIADACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
Dorstenia arifolioa Lam. MORACEAE. Nome popular: “caapiá”, “caiapiá”, ”capa-homem”, ”carapiá”, “contra-erva”, “figueira-terrestre”. (Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo). Categoria: Vulnerável (V);
Dorstenia cayapia Vell. MORACEAE. Nome popular: “caapiá”, “caiapiá”, “caiapiá-verdadeiro”. (Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo). Categoria: Em Perigo (E);
Dorstenia elata Hook. MORACEAE. Nome popular: “caiapiá-grande”. (Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro). Categoria: Rara (R);
Dorstenia ficus Vell. MORACEAE. Nome popular: “contra-erva”, “figueira-terrestre”. (Rio de Janeiro). Categoria: Rara (R);
Dorstenia fischeri Bureau. MORACEAE. Nome popular: “caiapiá”. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
Dorstenia ramosa (Desv.) Car. et al. MORACEAE. Nome popular: “caiapiá-grande”, ”capa-homem”, “contra-erva”, “figueira-da-terra”. (Rio de Janeiro). Categoria: Vulnerável (V);
Dorstenia tenuis Bompl. ex Bur. MORACEAE. Nome popular: “violeta-da-montanha”, “violeta-montes”. (Paraná, Santa Catarina). Categoria: Vulnerável (V);
Dyckia cabrerae Smith et Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá’, ‘bromélia’. (Santa Catarina). Categoria: Em perigo (E);
Dyckia distachya Hassler. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá’, ‘bromélia’. (Paraná). Categoria: Em perigo (E);
Dyckia hatschbachii L.B. Smith. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá’, ‘bromélia’. (Paraná, Santa Catarina). Categoria: Em perigo (E);
Dyckia ibiramansis Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá’, ‘bromélia’. (Santa Catarina). Categoria: Em perigo (E);
Euxylophora paraensis Huber. RUTACEAE. Nome popular: “pau-amarelo”, “pau-cetim”. (Pará). Categoria:Vulnerável (V);
Fernseea itatiae (Wawra) Baker. BROMELIACEAE. (Minas Gerais, Rio de Janeiro). Categoria: Rara (R);
Gonolobus dorothyanus Font. et Schw. ASCLEPIADACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
Heliconia angusta Vell. MUSACEAE. Nome popular: “bico-de-guará”. (Rio de Janeiro, Espírito Santo). Categoria: Vulnerável (V);
Heliconia citrina L. et Em. Santos. MUSACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
Heliconia farinosa Raddi. MUSACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Vulnerável (V);
Heliconia fluminensis L. Em. et Em. Santos. MUSACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Vulnerável (V);
Heliconia lacletteana L. Em. et Em. Santos. MUSACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Vulnerável (V);
Heliconia sampaioana L. Em. MUSACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Vulnerável (V);
Helosis cayannensis (Swartz) Sprengel var. cayennensis. BALANOPHORACEAE. Nome popular: “sangue-de-dragão”. (Rondônia, Roraima, Amazonas, Santa Catarina, Rio Grande do Sul). Categoria: Vulnerável (V);
Hirtella insignis Briquet et Prance. CHRYSOBALANACEAE. (Bahia). Categoria: Em perigo (E);
Hirtella parviunguis Prance. CHRYSOBALANACEAE. (Bahia). Categoria: Em perigo (E);
Hirtella samtosii Prance. CHRYSOBALANACEAE. (Bahia). Categoria: Em perigo (E);
Ipomoea carajaensis D. Austin. CONVOLVULACEAE. (Pará). Categoria: Em perigo (E).
Ipomoea cavalcantei D. Austin. CONVOLVULACEAE. (Pará). Categoria: Em perigo (E).
Jacquinia brasiliensis Mez. THEOPHRASTACEAE. Nome popular: “barbasco”, “pimenteira”, “tingui”. (do Rio de Janeiro até o Piauí). Categoria: Vulnerável (V);
Laelia fidelensis Pabst. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-de-são-fidelis”. (Rio de Janeiro). Categoria: Indeterminada (I);
Laelia grandis Lindl. et Paxt. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-da-bahia”. (Bahia). Categoria: Em perigo (E).
Laelia jongheana Reinchbach. ORCHIDADEAE. (Minas Gerais). Categoria: Vulnerável (V);
Laelia lobata (Lindl.) Veitch. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-da-gávea”. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
Laelia perrinii (Lindl.) Paxt. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-de-perrin”. (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
Laelia tenebrosa Rolfe. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-escura”. (Espírito Santo). Categoria: Em perigo (E);
Laelia virens Lindl. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-verde”. (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro). Categoria: Rara (R);
Laelia xanthina Lindl. ORCHIDACEAE. Nome popular: “lelia-amarela”. (Espírito Santo). Categoria: Em perigo (E);
Lavoisiera itambana DC. MELASTOMATACEAE. (Minas Gerais). Categoria: Rara (R);
Licania aracaensis Prance. CHRYSOBALANACEAE. (Amazonas). Categoria: Rara (R);
Licania bellingtonii Prance. CHRYSOBALANACEAE. (Rondônia). Categoria: Em perigo (E);
Licania indurata Pilger. CHRYSOBALANACEAE. Nome popular: ”milho-cozido”. (São Paulo). Categoria: Em perigo (E);
Lomatozona artemisaefolia Baker. COMPOSITAE. (Goiás). Categoria: Rara (R);
Lychnophora ericoides Mart. COMPOSITAE. Nome popular: “arnica”, “candeia” (Goiás, Minas Gerais, São Paulo). Categoria: Vulnerável (V);
Melanoxylon braunia Schott. LEGUMINOSAE. Nome popular: “brauma-preta”. (Minas Gerais, Goiás, Bahia, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Mato Grosso, Maranhão, Piauí). Categoria: Vulnerável (V);
Mollinedia gilgiana Perkins. MONIMIACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Rara (R);
Mollinedia glabra Perkins. MONIMIACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
Mollinedia longicuspidata Perkins. MONIMIACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Rara (R);
Mollinedia stenophylla Perkins. MONIMIACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
Ocoteca basicordatifolia Vattimo. LAURECEAE. (São Paulo). Categoria: Rara (R);
Ocoteca catharinensis Mez. LAURECEAE. Nome popular: ”canela-preta”. (São Paulo, Paraná, Santa, Catarina, Rio Grande do Sul). Categoria: Vulnerável (V);
Ocoteca cymbarum H.B.K. LAURACEAE. Nome popular: “óleo-de-nhamuí”, “inhamuhy”, “louro-de-inhamuhy”, “sassafráz”. (Amazonas). Categoria: Vulnerável (V);
Ocoteca langsdorffii Mez. LAURACEAE. Nome popular: “canelinha”. (Minas Gerais). Categoria: Vulnerável (V);
Ocotea porosa (Nees) Barroso. LAURACEAE. Nome popular: “imbuia”. (São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul). Categoria: Vulnerável (V);
Ocotea pretiosa Mez. LAURACEAE. Nome popular: “canela-sassafráz”. (da Bahia até o Rio Grande do Sul). Categoria: Em perigo (E);
Parinari brasiliensis (Schott) Hook. CHRYSOBALANACEAE. (Rio de Janeiro, Minas Gerais). Categoria: Em perigo (E);
Pavonia almifolia St. Hil. MALVACEAE. Nome popular: “guêta”. (Rio de Janeiro, Espírito Santo). Categoria: Vulnerável (V);
Phyllantus gladiatus Muell. Arg. EUPHORBIACEAE. Nome popular: “dracena-da-praia”. (Espírito Santo, Bahia). Categoria: Em Perigo (E);
Pilocarpus jaborandi Holmes. RUTACEAE. Nome popular: “jaborandi”, “jaborandi-de-pernambuco”, “arruda-do-mato”, “jaborandi-branco”. (Ceará, Pernambuco) Categoria: Em Perigo (E);
Pilocarpus microphyllus Stapf ex Wardl. RUTACEAE. Nome popular: “jaborandi-legítimo”, “jaborandi-do-maranhão”. (Pará, Maranhão, Piauí). Categoria: Em perigo (E);
Pilocarpus trachylophys Holmes. RUTACEAE. Nome popular: “jaborandi-do-ceará”, “arruda-do-mato”. (Ceará, Piauí, Paraíba, Bahia, Minas Gerais). Categoria: Em perigo (E);
Pithecellobium recemosum Ducke. LEGUMINOSAE. Nome popular: “angelim-rajado”, “ingarana”. (Pará, Amazonas, Amapá). Categoria: Vulnerável (V);
Pouteria psammophila var. xestophylla (Miq. et Eichl.) Baehni. SAPOTACEAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Vulnerável (V);
Prepusa hookeriana Gardner. GENTIANACEAE. Nome popular: “cravina-do-campo’. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
Schinopsis brasiliensis var. glabra Engl. ANACARDIACEAE. Nome popular: “brauna”, “baraúna”. (Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Mato Grosso, Maranhão, Piauí). Categoria: Vulnerável (V);
Simarouba floribunda St. Hil. SIMAROUBACEAE. (Minas Gerais). Categoria: (*)
Simarouba suaveolensis St. Hill. SIMAROUBACEAE. (Minas Gerais). Categoria: (*)
Swartzia glazioviana (Taubert) Glaziou. LEGUMINOSAE. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
Swietenia macrophylla King. MELIACEAE. Nome popular: “mogno”, “águano”, “araputangá”, “caoba”, “cedroaraná”. (Acre, Amazonas, Pará, Mato Grosso, Rondônia, Tocantins, Maranhão). Categoria: Em perigo (E);
Torresea acreana Ducke. LEGUMINOSAE. Nome popular: “cerejeira”, “cumaru-de-cheiro”, “imburana-de-cheiro”. (Acre, Rondônia, Mato Grosso). Categoria: Vulnerável (V);
Virola surinamensis Warb. MYRISTICACEAE. Nome popular: “ucuuba’, “ucuuba-cheirosa”, “ucuuba-branca”. (Pará, Amazonas). Categoria: Vulnerável (V);
Vouacapoua americana Aubl. LEGUMINOSAE. Nome popular: “acapu”. (Pará). Categoria: Em perigo (E);
Vriesea biguassuensis Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá”, “monjolinha”, “bromélia”. (Santa Catarina). Categoria: Indeterminada (I);
Vriesea brusquensis Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá”, “monjola”, “bromélia”. (Santa Catarina, Paraná). Categoria: Rara (R);
Vriesea mulleri Mez. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá”. (Santa Catarina, Paraná). Categoria: Rara (R);
Vriesea pinottii Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá”, “monjola”, “bromélia”. (Santa Catarina, Paraná). Categoria: Em perigo (E);
Vriesea triangularis Reitz. BROMELIACEAE. Nome popular: “gravatá”, “monjolinha”, “bromélia”. (Santa Catarina). Categoria: Indeterminada (I);
Worsleya raynei (J.D. Hooker) Traub. & Moldenke. AMARYLLIDACEAE. Nome popular: “rabo-de-galo”, “imperatriz-do-Brasil”, “amarilis-azul”. (Rio de Janeiro). Categoria: Em perigo (E);
http://vitoria-es-brasil.com/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=258&Itemid=532.,,veja mais aqui,,,
Nenhum comentário:
Postar um comentário